domingo, 24 de abril de 2011

Crimes homofóbicos continuam crescendo

O direitos humanos valem para todos? Bem, pelos menos os heterossexuais estão em vista mais protegidos,e os homossexuais tem os mesmo direitos? Eles tem direitos a segurança e a integridade física e moral? Se tem por que segundo o estudo realizado pelo Grupo Gay da Bahia o assassinado de homossexuais já passam de 200 e mesmo assim o número podem crescer, então, até quando esperar para o estado fazer alguma coisa? Opa, deve se porque temos deputado homofóbico.
Segundo o jornal Meio Norte,o numeros de crime homofóbicos cresceram 400% no Piauí neste ano em relação ao ano passado e em todo país o numero de assassinado cresceu 31,3%.
E o numeros vão crescendo, o sálarios dos nossos representantes também.

sexta-feira, 11 de março de 2011

A ELA

BEM LONGE DE MIM
O QUE É AZUL SE ESCURECE
E ME FAZ RECORDAR O CHEIRO DO ALEGRIM
A SUA VOZ MEIGA E DELICADA
QUE VOA AO LONGE NO HORIZONTE
POR SOLUÇO É CORTADA.

NESTA INVÍSIVEL PRISÃO
A MINHA ALMA GRITA
E ME PERCO A RAZÃO
MAS O QUE É CERTO
É QUE VOCÊ ESTÁ ASSIM
BEM LONGE DE MIM.

terça-feira, 28 de dezembro de 2010

Frutos de Uma Guerra

                                              Capítulo Dois

"Na sala de casa, um pequeno caixão branco estava no centro. A minha mãe chorava. O rosto de tristeza do meu pai, inconformado, não falava com ninguém sobre nada, apenas olhava fixamente para o caixão."
Herbert chorava, todos os parentes estavam chorando. A cena era de muita tristeza. Durante a noite a luz das velas iluminava o rosto do pequeno defunto. Parecia um anjo, deitado naquele caixão. Uma faixa enrolada no queixo, o nariz tinha algodão, a pele pálida, assombraria Herbert durante anos, assim, como a sombra do pai o perseguiria.
Era nove horas da manhã, o sepultamento, a hora mais melancólica. Herbert acompanhou o cortejo a distância. Não queria estar por perto. Ana Helena passou mal todo o trajeto, não tendo força para enterra o filho. Francisco fazendo de forte mais no momentoem que o caixão descia a corva ele se desmoronou em lágrimas.
"Algums parentes abraçavam meu pai e desejava força, outros em minha defesa, como o tio Luís que é casada com uma mulher francesa, chamada por nós de tia Oliviera, uma linda mulher nos seus quarenta anos, dizendo que a culpa não era minha, mas sim da embarcação."
Após o sepultamento Herbert não teve coragem para olhar o pai. A sua mãe estava na casa de Tio Vitor, que morava na cidade. Ela nãoqueria voltar para casa, pois a lembrança do filho era muito forte.
 Heloísa era a que mais sofria com a morte do irmão gêmeo. Ela não entendia o que estava acontecendo, queria toda maneira abraçar e leva para casa o pequeno Sérgio. As pessoas explicava a ela que Sérgio foi fazer uma viagem, ela também queria ir junto com o irmão.

terça-feira, 7 de dezembro de 2010

Premio melhor amigo do ano vai para...

De todas as pessoas que passaram em nossa vida, sempre tem aquela que deixa uma marcar significativa em nossos sentimentos.
Nos últimos dias tive um encontro importantíssimo comigo mesmo.Após de tirar as minhas máscaras e mergulhar fundo em meu interior, refletir por longos minutos durante vários dias. Quem dos meus pouco amigos deve receber o prêmio do ano.
Lembrei me de alguns que participou intensamente do momentos de alegria, dor e de tristeza. Alguns pensadores dizem " O melhor amigoé aquele que estar presente nos momentos difícies", outros são contra e e argurmentam," Os verdadeiros amigos são aqules que comemoram o nosso sucesso pessoal."
Eu não sei em quem está certo, mas o verdadeiro amigo é aquele que alivia as dores do outro, quando ela se fazer presente.O melhor amigo é aquele que que nos leva a conhecer o certo ,a verdade e a justiça.
Pensando em tudo isto; o prêmio de melhor amigo do ano vai para a "Minha Morte". Pois, por saber que ela a qualquer momento pode me levar a conhecer o outro lado, é que eu cuido de mim mesmo. É ela que me encoragem a fazer tudo o que quero fazer hoje e não deixar para o amanhã.
Desejo que todos pensem em sua morte, pois um dia ela virá e concerteza não estaremos preparado.

sexta-feira, 15 de outubro de 2010

Frutos de uma Guerra

                                                                  Parte um
                                          Infância, adolescência e Legião Estrangeira.
                                                           CAPÍTULO UM


 Herbert Líns Brown, só se tornou o que é hoje graça a infância sofrida que teve. Aos sete anos era obrigado a corta lenha para o almoço e a tarde tratava do gado do avô.
 Francisco Bronw, pai do Herbert, era um homem alto, forte de personalidade agressiva. Trabalhava desde dos cinco anos de idade na roça do pai. Estudou pouco apenas aprendera a ler e escrever.
 Ana Heloísa Líns Bronw, mãe do Herbert, costurava durante o dia as roupas que os três filhos e o marido teria de usar.E logo ápos a morte da sogra cuidou do sogro como se fosse o seu pai.
 Heloísa e Sergio eram gêmeos. sendo três anos mais novo que Herbert. Mas o desdino cruel marcou para sempre o destino desta família.
 Herbert aos dez anos,levava os irmãos para a escola. durante o caminho eles tinham de fazer atravessia de balsa na represa. Ao destrai com a paisagem Sérgio caiu na agua. Sem saber nadar Sérgio foi resgatado pelo irmão que pulou para salvar mais foi tarde de demais ele havia partido a cabeça em uma pedra.. Faleceu nos braço do irmão.
" Ao ver meu irmão na água, pulei para salva-lo , mais foi tarde demais. A correteza o jogo com violência nas pedras. Foi fatal." _ Comentário do General.
Chegando mais cedo em casa, o pai ao perguntar o que havia acontecido e por que tanto choro, Herbert respondeu:
_ Sérgio está morto.
_Como assim?
Ao contar o acontecido, o pai agrediu com palavras e socos:
_Seu inresponsável, você ddeveria cuidar dos seus irmãos!
A pobre Ana ao tentar intervir ficou sabendo do motivo da agressão, e passou mal. Francisco foi socorre-la.
" Olhava para o meu paie vir ódio nos olhos dele. Heloísa chorava do meu lado, assistindo a cena de agressão. Para ela talvez eu fosse o culpado." _ Depoimento do General.

terça-feira, 28 de setembro de 2010

A Guerra e seus frutos

Não sou a pessoa mais apta a escrever a vida deste grande homem que é o General Bronw. Durante dias convessei com ele. Algumas de nossa conversa ele me disse "Faça você da forma que mais te agrada e se eu não gostar você publica assim mesmo". E começamos a rir.

Viajei sem sair do lugar para conversar com o General, que com paciência foi narrando os fatos mais importante da sua vida.

Hoje porém, tento terminado o trabalho, o General veio a me agradecer, aproveitando a opontunidade quero dedicar ester trabalho ao amigo General Bronw, que descança na sua casa em París e a sua esposa Marry por te me enprestado o album de família, onde foi possível um profundo conhecimento deste ser maravilhoso.

A história do General Bronw é uma história cheia de surpresa. Quando criança sofreu com as humilhações de um pai sem coração. E ao chegar a adolescência, a rejeição da primeira namorada, aquela que até hoje ele sonha, embora bem casado, a sua esposa conhece bem esta história.

Listou no serviço militar francês, na conhecida Legião Estrangeira, sendo soldado e chegou a cargo alto.

Sou um grande fã, e antes de tudo um amigo fiel a você, General. Muito obrigado pela oportunidade, e que Deus lhe proteja.

Após um ano, preparei este trabalho que compartilho com vocês leitores. É uma obra de ficção e qualquer semelhança e mera coincidência.
Durantes os dias será publicada a história desde grande homem.

quarta-feira, 8 de setembro de 2010

Ali Babá e os quarentas ladrões

Durantes as campanhas políticas, o povo brasileiro não está preparado para escolher o melhor representante. A culpa não é dos eleitores, mas dos quarentas ladrões que estão entre os candidados. Porque o Ali Babá já está aqui à muito tempo, provavalmente ele deve te chegado aqui junto com a família real.
Quem não lembra de algum caso de corrupção no Brasil? Quem não lembra do tempos da ditadura? Pelo menos eu não lembro. Mas sei que um dia o Brasil já viveu esta realidade.
O povo brasileiro com a sua força de vontade lutou pela liberdade e conseguiu, com as diretas já, a democracia surgiu. E agora, com o fantasma da corrupção ameaçando volta vamos ficar quieto perante esta realidade ou vamos fazer alguma coisa para mandar para o porão. Não para o porão do esquecimento, ja que este é muito perigoso, podendo, assim surgir novamente. Mas no porão das lembranças, onde sempre poderemos lembrar dos assassinos do povo.
Nessa eleição vamos pesquisar o nossos representantes, para não colocar no poder os bandidos de colarinho branco, já que sabemos que fazer justiça neste país é muito difícil.